terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

TALMINDIM









TALMIDIM
Os meninos em Israel começavam a estudar a toráh aos 6 anos de idade, a torah era o a lei de Moisés, os 5 primeiros livros da bíblia, Gn, Ex, Lv, Nm e Dt, e aos 10 anos de idade esses meninos já sabiam a torah de cor, assim terminava o primeiro estágio de aprendizado, da educação dessas crianças em Israel.

Depois disso alguns voltavam para suas casas e aprendiam o oficio da família, mas os meninos que se destacavam, continuavam o segundo estágio do aprendizado, estudando a torah e se aprofundando na interpretação da lei de Moises.


Eles eram adotados por um rabino e continuavam a freqüentar a sinagoga e a escola judaica.
Esses meninos extraordinários eram chamados de Talmidim, Talmid é a palavra hebraica que no novo testamento foi traduzida como discípulo, talmidim é o plural.
Os Talmidim eram os meninos que formavam a elite intelectual de Iarael, com 12 anos eles já haviam decorado todas as escrituras, os livros históricos, os poéticos, os de sabedoria bem como todos os profetas, e com 14 anos eles debatiam a tradição oral, as interpretações dos rabinos a respeito da lei, e se aprofundavam no que era a pérola da vida religiosa de Israel, que era como colocar em pratica a lei de Moisés.

Os rabinos tinham suas interpretações, e o conjunto de regras, de interpretações de um rabino era chamado de o jugo daquele rabino.
No tempo de Jesus existiam 2 rabinos muito famosos e conceituados, Hilel e Shamai.


Hilel tinha os seus talmidim, e Shamai tinha os seus talmidim, Hilel tinha aqueles que estavam debaixo do seu jugo, e Shamai tinham aqueles que estavam sob seu jugo.
A relação entre um rabino e seus talmidim era intensa e pessoal. Em Israel havia uma recomendação aos talmidim: “Cubra-se com a poeira dos pés
do seu Rabi”. Isso significava que um talmid deveria observar tudo quanto seu rabino dizia, fazia e a maneira como vivia, pois sua grande ambição não
era meramente saber o que seu rabino sabia, mas principalmente se tornar semelhante ao seu rabino.
Ao chegar ao fim do dia, por andarem muito próximo para observar tudo o que seu mestre realizava, esses Talmidim, ficavam cobertos com a poeira que se levantava dos pés do seu mestre.
A relação rabino-talmid era intensa e pessoal, e enquanto o rabino ensinava sua interpretação da Lei e vivia como modelo aos olhos de seustalmidim, cada talmid fazia todo o possível para em tudo imitar seu rabino de tal maneira a que se tornasse igual a ele.
O conceito de talmidim é um dos mais fundamentais do Novo Testamento.

Nesse tempo apareceu Jesus dizendo, eu também tenho o meu jugo, eu também tenho a minha forma de interpretar a lei de Moisés, eu também tenho uma interpretação para ensinar a vocês de como é que Deus quer que vocês vivam.

O que Jesus fala é extraordinário, ele se diferencia dos rabinos da sua época dizendo, esses rabinos colocam sobre seus ombros um jugo pesado, exigências extraordinárias e absurdas, mas o meu jugo é suave e o meu fardo é leve, e ele faz um convite.


Seja o meu Talmidim, o meu talmidi, o meu discípulo, faça parte do meu grupo de talmidim, venha tomar sobre si o meu jugo, porque o meu fardo é leve e o meu jugo é suave.
Venham a mim, todos vocês que estão cansados de carregar as suas pesadas cargas, e eu lhes darei descanso. "Sejam meus seguidores e aprendam comigo porque sou bondoso e tenho um coração humilde; e vocês encontrarão descanso."Mateus 11:28,29)

O convite de Jesus está feito, diferentemente dos rabinos de sua época, que tinham em suas mãos, os extraordinários, os mais destacados, Jesus convida pessoas como eu e você, não importa quem você é, a sua idade, seu sexo, sua classe social, nem o momento que você está em sua vida, nem seu passado ou religião, Jesus está chamando você para andar com Ele, ser o seu Talmidim.





























sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Na Luz Da Palavra de Deus: A importância das redes sociais

Na Luz Da Palavra de Deus: A importância das redes sociais

A importância das redes sociais









É um fato incostestável: as redes sociais são uma extensão de quem somos na vida real.

Desde 2006 estou na Internet. Administro comunidades no Orkut e outras redes sociais, também edito blogs. A minha satisfação é compartilhar conhecimentos: da Bíblia Sagrada; navegabilidade na rede: e, informações gerais.

Aprendi muito online, e, dentro das minhas possibilidades, sempre procuro passar adiante o que sei. Eu acredito que existem pessoas viciadas no Facebook, Orkut, Twitter, G+, Ning. Mas não porque as redes sociais sejam viciantes. Seria porque o usuário é propenso à dependência.

Nós, os Internautas, construímos a nossa rede de contatos igual construímos as nossas amizades na vida presencial. Escolhemos quem são os contatos, as fotos de álbuns e todos os textos compartilhados.

Alguns meses atrás, troquei postagens no Orkut com uma pessoa que, embora em conexão por mais de um ano, não havia chamado a minha atenção. Ela pedia oração, demonstrava sentir aflição. Estava com problemas de saúde e afastada do trabalho, recebia o auxílio do INSS. Ainda não recuperada, o perito suspendeu o dinheiro, mas ela não tinha nenhuma possibilidade de voltar ao serviço , não tinha fonte de renda. Eu me propus a orar. Ela havia impetrado recurso para nova avaliação médica, então passei algumas informações sobre o que fazer no segundo exame. Ela agradeceu e depois disso não voltamos a tocar neste assunto. No começo de Fevereiro, muito alegre, voltou a agradecer informando que já estava aposentada, disse-me que seguiu todas as dicas. Fico feliz, pensando que possa ter sido útil, apesar de ainda não ter conhecido a tal pessoa presencialmente.

Ontem, um pastor assembleiano, amigo da minha família, comentou que teve a oportunidade de conhecer uma pessoa do Facebook. A tal pessoa sofre de síndrome do pânico e não saía de casa havia quatro anos. Ele se prontificou a visitá-la e fez isso.

A qualidade das redes é única e exclusiva responsabilidade nossa, usuários delas. Algumas redes sociais são compostas totalmente com futilidades, outras, possuem conteúdos edificantes e informativos. Mais de uma vez eu já recebi informação de alguns fatos via rede social, antes de qualquer redação jornalística brasileira noticiar. Exemplos recentes são as mortes de Michael Jackson e Whitney Houston. Por causa das redes sociais, em meu blog (o Belverede pontua todos os assuntos, não apenas reflexões bíblicas), fui capaz de passar a informação adiante antes de muitas agências de notícias importantes do Brasil.


E.A.G.

União de Blogueiros Evangélicos: A importância das redes sociais

União de Blogueiros Evangélicos: A importância das redes sociais: É um fato incostestável: as redes sociais são uma extensão de quem somos na vida real. Desde 2006 estou na Internet. Administro...

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012




           

SAN CLEMENTE, Califórnia, EUA, 5 de janeiro de 2012 (Notícias Pró-Família) — Quando Minka Disbrow, de 16 anos, deu a luz sua filha Betty Anne em 1929, ela se apaixonou. Não importava para Minka que sua filha havia sido concebida por um estuprador, um homem que, junto com outros, havia atacado violentamente Minka e sua amiga quando elas fizeram uma caminhada durante um piquenique.
Mas as circunstâncias eram tais que não havia esperança de que Minka pudesse ficar com sua filha e lhe dar um vida boa. Durante um mês ela manteve e cuidou de Betty Anne no lar luterano para meninas grávidas, para onde seus pais a haviam enviado, e então a entregou para adoção.
“Eu amei esse bebê tanto. Eu queria o que era melhor”, Minka recentemente disse para a Associated Press.
Minka, que agora tem 100 anos, continuou a manter contato com a agência de adoção, da qual ela recebia atualizações ocasionais sobre sua filha durante anos. Mas quando a agência de adoção mudou de direção, as atualizações cessaram.
Com o passar dos anos, Minka se casou, teve dois filhos, trabalhou em vários empregos e se mudou para várias cidades, finalmente se estabelecendo em San Clemente — mas em todas as mudanças ela nunca se esqueceu de sua filha, especialmente no aniversário do nascimento dela: 22 de maio.
Foi num desses aniversários, 22 de maio de 2006, que Minka espontaneamente fez uma oração, dizendo: “Senhor, se tão somente me permitires ver Betty Jane, eu não a incomodarei, prometo. Tudo o que quero é vê-la antes de morrer”.
Poucos meses depois o telefone de Minka tocou. Para o choque dela, ela se viu conversando com um homem estranho que, depois de lhe fazer várias perguntas sobre a identidade dela, a informou que ele estava com Betty Anne, e que ela queria conversar com sua mãe.
Esse homem era o astronauta Mark Lee, um dos seis filhos de Betty Anne.
“Meus joelhos tremeram”, Minka disse para o jornal Orange County Register sobre o momento em que ela conversou com sua filha pela primeira vez desde a partida chorosa tantas décadas atrás.
Acontece que na mesma época em que Minka havia feito sua oração em maio, sua filha, que estava com mais de 70 anos na época, havia começado o processo de procurar sua mãe biológica. Um dos filhos de Betty Anne, Brian, conduziu a pesquisa, obtendo os registros de adoção de sua mãe por meio de uma ordem judicial, e então localizando Minka (que ele achou que muito provavelmente estaria morta, considerando a idade dela) mediante uma simples consulta na internet.
Agora mãe e filha estão próximas, e regularmente se conversam e se visitam.
“Foi como se nunca tivéssemos nos separado”, Minka disse para a Associated Press. “Como se estivéssemos na família a vida inteira”.
O reencontro que era uma improbabilidade começou a receber atenção depois que Minka começou a contar o testemunho para membros de sua igreja e para a sua comunidade. O jornal Orange County Register publicou uma matéria sobre as duas em dezembro, seguida por uma notícia da Associated Press, dando-lhe atenção nacional.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com